São João del Rei Transparente

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Ser nobre é ter identidade, qual é a nossa identidade? Livro virtual coletivo em aberto/Global

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Genealogia interativa

Ser nobre é ter identidade, qual é a nossa identidade? A história e seus personagens . Livro virtual coletivo em aberto/São João del-Rei

Várias pessoas já nos escreveram solicitando informações de familiares, indagando se ainda vivem em São João del-Rei etc.
Temos várias perguntas sobre os nossos antepassados. Sabemos que muitos imigrantes, pelas situações difíceis que vivenciaram, pela saudade, pelas dificuldades do idioma entre outros motivos, não falavam muito do passado, do país e da vida que tinham antes da ruptura com o seu povo.
Daí muitos silêncios que nos privou de conhecer a rica cultura e família deixados para tráz.
Quem tiver informações sobre estas famílias, por favor, compartilhe com todos nós.
De minha parte, gostaria muito de saber mais sobre as famílias: Agostini, Miranda e Haddad.
Temos um depoimento de Jorge Haddad neste portal, vejam em www.saojoaodelreitransparente.com.br/projects/view/159
Que este livro virtual interativo seja como pérolas para a memória de todos nós, rastro de vínculos que ainda podem ser resgatados e que certamente enriquecerão as nossas vidas.
Certamente teremos muitas surpresas, histórias, lembranças de tanta gente que criou suas famílias com tanto esforço e dedicação. Histórias vivida como que saídas de um romance de Guimarães Rosa: sensibilidade, delicadeza, dificuldades administradas com toda a dignidade.
Nossa origem , italianos e outras nacionalidades descendentes que somos, resulta de batalhas árduas de sobrevivência, de privações e também muitas alegrias, celebrações. 
Dificuldades bravamente enfrentadas, vencidas ou não - que nos lembram Piaget: o que importa não é aquilo que nos fizeram, mas aquilo que eu fiz com o que me fizeram. 
Cá estamos precisando trocar figurinhas, dados e imagens para continuar enriquecendo estas preciosas histórias, vamos começar uma galeria das famílias no Banco de Imagens.
Seja como uma parte linda de um filme e olha que é raro assistirmos filmes tão belos quanto os que retratam a vida de verdade.
Eu: Alzira Agostini Haddad

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Participo de uma associação local destinada à defesa dos patrimônios: Histórico e Cultural de Jaraguá, conselheiro municipal de cultura e grande curioso das muitas maneiras de viver que se encontraram no interior do país.
Descendo do Pe. Padre João Carneiro de Castro, natural de São João del-Rei. Filho de Tomásia Cândida da Luz. Ordenou-se na Cidade de Goiás em 7 de fevereiro de 1852 . De acordo com a Galeria de Prefeitos 1884 - 2008, da cidade de Araguari - MG, consta que o Pe. João Carneiro de Castro esteve vice-prefeito desta cidade, nas gestões: do prefeito José Rodrigues Alves (1890 - 1892), sendo que de 24/09/1890 a 07/03/1892, intendência Municipal, período transitório da Monarquia para a República; e do prefeito Aurélio Antônio de Oliveira (23/05/1893 a 31/12/1894), sendo seu 1º vice-prefeitoFoi Padre em Minas Gerais, em região próxima a Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara em Goiás.
Nesta cidade, junto com a Sra. Francisca, conhecida como "Chiquinha Barqueira" - apelido adquirido nas travessias do Rio Paranaíba - tiveram uma dezena de filhos.
Dentre eles dois vieram para Jaraguá - Go: Felipe Carneiro de Castro, Luiza (jaraguense), com quem teve dois filhos, posteriormente foi para Cuibá - MT; e Francisco Carneiro de Castro ou Soares de Castro conforme outros documentos (Chico Moreno/Morenão), provavelmente natural de Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara - Goiás, tropeiro de olhos verdes, chegou em Jaraguá na virada dos 1900, falecido por volta de 1910, em Santa Rita do Paranaíba. Casado com a jaraguense Anna Victória de Freitas Camargo (Castro), filha do Ten-Cel. Antônio Ribeiro de Freitas (irmão do Pe. Manoel Ribeiro de Freitas) e Pacífica Soares de Camargo "Sá Pacífica"; neta materna de Balthazar de Camargo Britto, natural da Vila de São Carlos, município de Jundiaí, bispado de São Paulo. Após a elevação do Arraial de Jaraguáà condição de Vila (1834) possivelmente foi seu primeiro Juiz de Paz. Casado com a jaraguense D. Escolástica da Silva Valença; por Escolástica, trineta de Francisco de Barros Guimarães e Ana da Silva Valença, falecida em1854 aos 51 anos; por Ana Valença, quadrineta de Francisco da Silva Valença e D. Ana de Barros, residiam na zona rural de Jaraguá.
Se possível gostaríamos de obter dados sobre esta genealogia. São inúmeros os descendentes deste Padre que contribuíram e continuam a contribuir com a construção deste Esta do de Goiás.

Eu: Fabiano Luíz de Castro
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