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ser nobre é ter identidade

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Tipo: Artigos | Cartilhas | Livros | Teses e Monografias | Pesquisas | Lideranças e Mecenas | Diversos

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André Guilherme Dornelles Dangelo

Descrição

Sentinelas Sonoras
Linguagem dos Sinos de São João del-Rei
Projeto MAS-Museu de Arte Sacra: atividades culturais
Sinos: Campanha Sentinelas Sonoras - palestra, visita técnica e oficina
A Capela e a Voz de Deus: inauguração do Campanário
Reflexões sobre a Semana Santa de São João del-Rei . André Guilherme Dornelles Dangelo

Condicionantes para a preservação arquitetônica e urbanística do centro histórico de São João del-Rei . André Dangelo
A cultura arquitetônica em Minas Gerais e seus antecedentes em Portugal e na Europa: arquitetos, mestres de obras e construtores e o trânsito de cultura na produção de arquitetura religiosa nas Minas Gerais setecentistas / André Guilherme Dornelles Dangelo
Plano_Urbano_de_São_João_del-Rei.pdf: o Projeto Mobiliário Urbano para o sítio histórico de São João del-Rei representa uma iniciativa do Instituto Estrada Real e da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Tanto estes como os poderes públicos estadual e municipal têm como meta principal recuperar, requalificar e revalorizar os espaços públicos do seu centro histórico

Programa Fala São João com André Dornelles D'Angelo . Sustentabilidade Urbana e como ela depende da Gestão urbana para ser construída . Ao vivo pelo facebook . 2020
Lançamentos no Centro Cultural Feminino: DVD Sentinelas Sonoras, de André Dangelo e Vanessa Borges; Anuário Musical, de Sérgio Farnese . Duo de Violoncelo e Violino com Ruth Lopes e Rafael Dias
Reabertura do Museu dos Sinos . Sentinelas Sonoras . Igreja de Nsra do Carmo . 2019

André Dangelo e André Bello Neto no Carnaval de antigamente . Largo do Rosário 2010
André Guilherme Dornelles Dângelo é filho de Jota Dangelo e Maria Amélia Dorneles

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Arquivo Eclesiástico
Projeto André Dangelo
Projeto para o condicionamento do acervo documental do Museu de Arte Sacra de São João del-Rei. Segundo André Dângelo, autor deste projeto, os materiais de construção, de acabamento e de equipamentos obedecem a rigorosas especificações de segurança contra acidentes, agressão ambiental e biológica e assegura uma boa conservação do acervo. O mobiliário é metálico, fabricado em São João del-Rei com estantes instaladas em fileiras geminadas, prateleiras e armários. Recomendando climatização adequada, com monitoramento constante da (UR). Em anexo, o MAS-Museu de Arte Sacra disponibiliza uma área de trabalho e pesquisa para o público confortável, espaço multiuso que também abriga exposições temporárias e diversas ações culturais, também sede da Associação Amigos de São João del-Rei.

Inventário do Acervo
Coordenador técnico: Aluízio Viegas
Equipe: Angela Márcia Chaves e Letícia (estagiária)

Todo acervo do MAS está sendo inventariado, catalogado, fotografado digitalmente, e medido. Foi adquirido um sofware para essa finalidade que é implantado nos principais museus do brasil. A parte histórica foi acervo também está sendo implementada nas fichas catalográficas, e integrarão um Banco de Dados e Imagens único da Paróquia da Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar. Cópias deste trabalho serão entregues às irmandades co-proprietárias deste rico acervo.

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Pode ser uma imagem de céu

Meu amigo Eduardo Vallin me manda essa bela foto noturna de São João. Como eu já disse num outro texto, com a destruição do entorno do Centro Histórico, a noite é a maior amiga da preservação da cidade. Quer conhecer São João del-Rei Rei, vá a noite. O Centro Histórico esvaziado de moradores geralmente dorme. Os carros desaparecem e a cidade é de uma calma maravilhosa. O único som que corta o silêncio e o do velho relógio da Matriz, batendo suas horas seculares, num sino de 1780 que viu essa cidade crescer e tantas gerações da nossa terra nascerem e morrerem.

E verdade que a iluminação existente podia ser muito melhorada e mesmo edifícios privados significativos como o Hotel Brasil e o antigo Complexo da Estação Ferroviária, poderiam ser melhor iluminados. Mas São João é gerenciada sempre no improviso.

Olhando a cidade assim, penso que o turismo ainda pode ser uma excelente alternativa de desenvolvimento econômico para a cidade. Mas turismo se faz principalmente com investimento privado em Eventos de qualidade, que dando certo, atrairão público com renda, que faz rodar o setor de serviços da economia. Com esse projeto político que a cidade insiste nele há mais de 30 anos, o turismo continuará em Tiradentes, até asfixiar a cidade também, pela falta de qualidade de serviço. Também já alertei os amigos de Tiradentes sobre o processo em curso com os muitos loteamentos que estão sendo no entorno da cidade , de maneira equivocada no meu entender é com pouca restrição urbanística.

Muitos amigos e conhecidos das Rede Socias onde milito, já me pergutaram, "em off" por que eu não me arrisco numa tentativa de ser prefeito em São João del-Rei, sendo Arquiteto e Urbanista e com todo o meu conhecimento que tenho da história da cidade e do seus problemas estruturais?

E uma pergunta que eu mesmo me fiz muita vezes. Amor pela cidade e saber o que deve ser feito, realmente não me falta. E ainda ia trabalhar de graça, pois embora eu estando no último nível da carreira universitária, e com direito legal para minha liberação caso eleito, eu não sendo aposentado, não poderia acumular salário. Mas não é isso que me impede de aceitar essas sugestões. Ter mais do que eu conquistei não esta nos meus planos de vida. Não sou uma pessoa ambiciosa e materialista. Não tenho a ambição de ser milionário e nem pretendo ser politico de carreira. Não é do meu perfil.

O meu problema é que primeiro eu não acho legítimo quem não mora na cidade ser Prefeito. Eu teria até dificuldade de montar um Secretariado descente. As pessoas que eu conheço em São João tem provavelmente de 45 anos a 100 anos.E além do mais, eu não gosto de "coisa errada" e tenho pouca paciência pra lidar com política como ela é feita no Brasil, geralmente na base da hipocrisia e da demagogia, só isso já me coloca como um péssimo perfil para lidar com a maioria dos eminentes vereadores que vejo sendo eleitos na cidade nos últimos tempos....rs.

Mas a essa altura da vida, se convidado, e dependendo do candidato e dos compromissos assumidos, talvez eu refletisse em pensar em ser Vice- Prefeito para trabalhar na área de planejamento urbano na cidade, infra-estrutura, turismo e cultura.

Acho que poderia dar uma grande contribuição depois de 30 anos na Academia, gerenciando uma série de projetos na Universidade e conhecendo o mundo, para ver diversas soluções na área de sustentabilidade; planejamento urbano; cultura; turismo e infra-estrutura. Seria também um desafio profissional novo para o meu fim de carreira. Seria algo a pensar. O problema maior é quem minha conciencia aceitaria como Prefeito na minha cabeça de Chapa....mas felizmente não vou precisar refletir sobre isso. Meu raciocínio aqui e só uma reflexão hipotética... Devo mesmo é continuar por aqui pregando no deserto (por missão de oficio), até me aposentar, e vivendo como todos que podem e têm um mínimo de juízo no Brasil, privatizando ao máximo a sua vida. Já é uma dádiva poder fazer isso é ainda com a vantagem de ficar olhando de longe os absurdos e os desmandos vigentes na rotina do nosso país.
Respondendo:
Alzira Agostini Haddad

André, entendemos perfeitamente suas reflexões, seus receios absolutamente pertinentes e o seu incondicional amor por São João del-Rei, que o levou a dedicar a sua vida nesta causa gerando tantas preciosas pesquisas, livros, artigos, projetos etc. Precisamos de pessoas assim, realmente engajadas, preparadas, com os apoios necessários e comprometidas para cuidar (no caso) principalmente das cidades históricas brasileiras. Missão sagrada que precisa se nortear em um desenvolvimento sustentável, se orientar pelas diretrizes local/global, dos Planos Diretores, fortalecer os Conselhos Municipais, frear a pressão imobiliária e os ultrajes urbanos socioculturais e ambientais vigentes, infelizmente inexoráveis. Precisamos de ações e retorno dos infinitos investimentos, recursos humanos e financeiros na busca incessante por soluções inteligentes já abundantemente indicadas em pesquisas e planos. Mas que ainda não ocupam a legítima e necessária dimensão da prática consistente, da interação e adoção permanente de uma política pautada na empatia, na ciência e no comprometimento colaborativo. Temos muitas pessoas que compartilham deste amor e desta preocupação em nossa cidade. Entidades, instituições e gente boa e bem preparadas é o que não falta, temos cadastrado muitas delas em nosso portal SJDRT https://saojoaodelreitransparente.com.br/organizations/.
Ainda temos esperanças.
Até quando as nossas cidades históricas vão resistir, até quando a nossa identidade vai conseguir se manter, até quando a anomia vai prevalecer?

Fonte: Facebook André Dangelo

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