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Cidades descobrem benefícios de viver em ritmo mais lento . Slow cities

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Boas práticas no Brasil
Mercearia tradicional . No interior de Minas, uma mercearia mantém vivas antigas tradições, como o escambo

Slow City: cidade do bem estar

No Brasil, apenas Tiradentes – MG e Antônio Prado – RS foram indicadas para receber a certificação desse movimento, que busca uma vida menos acelerada.

Se o tempo não para, em algumas cidades ele passa mais devagar. Elas fazem parte da rede internacional das slow cities, conhecidas como “Cidades do Bem-Viver”. O movimento deriva do slow food. Está em 30 cidades italianas e se expandiu por países como Alemanha, Noruega, Reino Unido, Polônia, Portugal e Espanha.
As cidades do bem viver são espaços que levam o título slow após receberem uma certificação internacional, dada às cidades com menos de 50 mil habitantes que preenchem uma lista de aproximadamente 50 requisitos. Entre eles, destacam-se o cuidado com o meio ambiente, a sustentabilidade, a preservação da cultura e dos patrimônios históricos, a prioridade aos pedestres, em vez de aos veículos motorizados, e a valorização dos produtos e produtores locais.
-Temos um belo e preservado patrimônio histórico, emoldurado pela serra São José;  e a cidade é cercada por natureza exuberante. Agora é hora de os moradores e turistas aos poucos compreenderem a idéia do movimento. Também será necessário que a prefeitura se engaje, crie uma cartilha de educação patrimonial, implante a coleta seletiva do lixo, invista em saneamento básico, propicie educação ambiental nas escolas e creches, etre outras ações, para recebimento do selo – relata Maria do Carmo atual presidente da ASSET – Associação Empresarial de Tiradentes – que acredita que esse movimento será um marketing positivo para Tiradentes.
                                                                                                                           Fonte : Rede Brasil Atual

Fonte: InformAtivo ASSET – Associação Empresarial de Tiradentes,  janeiro a março de 2012.


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Cidades descobrem benefícios de viver em ritmo mais lento na Itália . Globo Repórter


Para ganhar o título do "bem viver", as cidades precisam cumprir 55 metas. Entre elas, ajudar pequenos investidores a defender produtos locais. A ideia é promover mudanças de mentalidade e estilo de vida da cidade.

Os esforços por uma vida melhor e mais saudável poderão ser inúteis, se a cultura da velocidade não for revista. No pensamento moderno, o tempo é uma riqueza que está escasseando, como o petróleo ou a água. E a sensação de falta de tempo é uma doença crônica, sem remédio.

Controlar o tempo, uma ambição humana tão antiga quanto os povos remotos, ganhou na Itália um novo significado. No país, começou uma experiência inovadora, considerada uma das saídas para a salvação do planeta: diminuir o ritmo, ir mais devagar, com calma. A ideia do movimento que está se espalhando pelo mundo, "cidades do bem viver", é promover mudanças de mentalidade e estilo de vida.

Em Greve in Chianti, na Praça Mateotti, conhecemos o açougueiro Stefano Fallorni, uma figura de prestigio na cidade. Ele nos chama para dar uma volta no seu furgão de 1950. As ideias dele também têm raízes no passado e ele se orgulha disso.

O açougue histórico foi aberto pela sua família em 1700, há oito gerações, na Praça Mateotti. A repórter Ilze Scamparini pergunta como se vive na região, e o açougueiro responde com uma provocação e diz que, se viajar de ferias, a qualidade de vida dele cai. “Vocês são a medida da minha qualidade de vida, que vêm de longe para fazer uma entrevista comigo. Aqui nos ensinaram a viver amando o território, a ficar perto das pessoas que trabalham a terra”, declara Stefano Falorni.

A ideia do movimento das cidades do bem viver nasceu na praça de Greve In Chianti, uma das mais bonitas da Toscana, mais precisamente no prédio da prefeitura. Considerada a capital da região do Chianti Classico, um dos tipos de vinho mais famosos da Itália, a cidade de 12 mil habitantes vem recebendo muitos turistas estrangeiros nas ultimas décadas e cresceu muito economicamente. Ainda assim, conseguiu manter a sua arquitetura e preservar a qualidade de vida dos seus cidadãos.

O ex-prefeito Paolo Saturnini governou a cidade durante três mandatos. Ao invés de construir estradas ou pontes, ele se preocupou com o bem estar das pessoas. Em 1999, criou a rede dos municípios com a mais alta qualidade de vida. "A minha preocupação era a de que esta cidade se descaracterizasse e se transformasse em um lugar apenas turístico, igual a todos os lugares muito visitados no mundo", afirma.

Para ganhar o título do "bem viver", as cidades precisam cumprir 55 exigências. Entre elas, ajudar os pequenos investidores a defender os produtos locais. Na Toscana, o bem viver é, antes de tudo, proteger a civilização rural. Rossela Rossi, dona do restaurante da praça, possui grande talento de cozinheira. A sua ribolita, a sopa de pão, é muito renomada. A receita leva cebola, aipo, feijão branco, legumes e pão amanhecido.

Filha do médico da cidade, Rossela cresceu conhecendo as famílias, a história e os antigos costumes locais. “A praça foi uma das primeiras coisas que surgiram aqui, em torno do ano 1000 ou 1100”, aponta a dona do restaurante.

A praça de Greve In Chianti, em forma de triângulo, se prepara para a quadragésima festa do vinho. Na cidade, são feitos negócios importantes. A uva não é só a matéria-prima de uma economia forte, mas aquilo que fez com que a região não perdesse as suas origens agrícolas.

O atual prefeito Alberto Bencistà define como um equilíbrio mágico entre presente, passado e futuro. "Estamos entre duas cidades de arte das mais belas do mundo, Florença e Siena. Mais de 60% do nosso território são bosques, uma reserva de oxigênio extraordinária, mais os vinhedos e oliveiras", destaca o prefeito de Greve In Chianti.

A alguns quilômetros da cidade, a brasileira Jussara Perez, junto com o marido, se beneficiou das leis de incentivo para cultivar a terra. O casal abandonou a vida em Florença há 11 anos e investiu no agroturismo, um hotel-fazenda com produção agrícola. Tudo é orgânico e ecológico. Até a piscina tem sal no lugar do cloro. Nos casarões de pedra, em estilo toscano, não se pode abrir nem uma nova janela. Leis rigorosas tutelam as construções.

A lentidão é uma regra constante também da família de Jussara. “Comer com consciência do que você está comendo, viver o momento presente. Você está aqui, você curte, respira. Se você está bebendo, beba. Se você está comendo, coma. Se você está caminhando, caminhe. Você tem que ter consciência de cada coisa do que você esta fazendo. Isso é slow, porque é parar", diz a dona do hotel-fazenda.
 

Conheça a maçã que é vermelha por fora e por dentro da Toscana
Uma maçã por dia pode manter os médicos longe. A fruta possui vitamina C que protege o imunológico, fenóis que diminuem o mal e aumentam o bom colesterol. O consumo de maçãs também ajuda na prevenção de tumores.

Viajamos pela Toscana, a região mais feliz da Itália, conhecida pela beleza das suas colinas. Vultos como o David e a Monalisa se tornaram cidadãos do mundo. Hoje, essa região da Itália está exportando lições de qualidade de vida. A nossa expedição vai atravessar a Itália do Bem Viver. Partimos do extremo norte, do mundo das maçãs, onde uma descoberta tem atraído estrangeiros de todo o planeta.

Nos Alpes Italianos, em uma região chamada Val Venosta, a 70 quilômetros de Bolzano, existe um tipo novo de maçã de um vermelho muito vivo. Ela é o resultado de vários cruzamentos, mas nenhuma mudança genética. O melhor dessa maçã não está na casca, mas na polpa, que tem um vermelho tão intenso quanto a casca.



É uma maçã azeda, ideal para suco e que contém muito mais propriedades do que as maçãs normais. Uma maçã por dia pode manter os médicos bem longe. A maçã possui vitamina C que protege o sistema imunitário, fenóis que diminuem o mal e aumentam o bom colesterol, flavonóides que são antioxidantes. O consumo regular de maçãs pode ajudar na prevenção de tumores. Uma maçã por dia afugenta o oncologista.

Nadia Luggin diz que todo pomar é orgânico, sem nenhum produto químico. A produção é 20% menor, mas as visitas são muito mais numerosas.

Conheça a cidade ideal onde até o prefeito vai trabalhar de bicicleta
Levanto é uma das 70 cidades italianas que adotaram oficialmente as regras do "bem viver". A experiência que começou há dez anos é considerada tão bem sucedida que é chamada de "modelo Levanto".

A cidade ideal existe e responde pelo nome de Levanto. No mapa geográfico, ela aparece no na região da Ligúria, a uma hora de Genova. É a porta de entrada do Parque das Cinco Terras, Patrimônio Natural da Unesco, com rochas cultivadas, um Mar Mediterrâneo limpo e um santuário de baleias.

Na cidade ideal, o prefeito vai trabalhar de bicicleta, assim como o cozinheiro, o artista, a comerciante e o guia turístico. Em Levanto, todo mundo pedala em lugares inesperados.

Há séculos, homens desafiam abismos para cultivar a uva. As azeitonas que crescem na região estão classificadas entre as melhores do mundo, como o azeite. A cozinha é irresistível, com o molho de alho e manjericão socados. As frituras são feitas em puro óleo de oliva extra-virgem. Por decreto, a oliveira se tornou monumento nacional. A recuperação do patrimônio histórico é uma prioridade desejada por todos.

Os mármores coloridos, explorados na Antiguidade, deram o nome da cidade a uma cor: vermelho Levanto. O primeiro povoado surgiu em época romana, mas as maiores conquistas são obras muito recentes.

Levanto é uma das 70 cidades italianas que adotaram oficialmente as regras do "bem viver". A experiência que começou há dez anos é considerada tão bem sucedida que é chamada de "modelo Levanto". Em uma paisagem de rochas e mar, em um terreno selvagem e até hostil, cinco mil habitantes tentam construir a cidade ideal: bonita, humana, autossuficiente e lenta. A lentidão é a ultima tendência italiana que está contagiando a Europa.

Conhecemos Levanto e o território do Parque das Cinco Terras pelas linhas de trem à beira-mar, que chegaram no fim do século 19, por estradas abertas há apenas 30 anos. As novas construções estão proibidas desde então, pelas águas protegidas de uma reserva marinha repleta de vida.

O prefeito de Levanto, Maurizio Moggia, tenta explicar como se muda uma comunidade em tão pouco tempo. Fatos históricos deram o empurrão. Até o fim dos anos 80, a maioria da população trabalhava em uma indústria de armas, perto da cidade. Com a queda do muro de Berlim e o fim da Guerra Fria, esse mercado acabou. A cidade iria falir se a prefeitura não tivesse agido rapidamente. "Tentamos trazer de volta um modelo de vida das nossas tradições. Fomos procurar no passado a nossa identidade cultural", revela Maurizio.

Levanto possuía a vocação natural para o turismo. Mas, para criar um turismo diferente era preciso mudar algo difícil: a forma de pensar.

Foi o ex-prefeito Marcello Schiaffino quem começou a grande transformação. Enviou uma carta a cada uma das 2,5 mil famílias de Levanto. "Decidi escrever: quem tem ideia e vontade de investir, nós vamos ajudar”, explica.

As famílias começaram a transformar as próprias casas em pequenos hotéis, oferecendo cama e café da manhã, e a abrir pequenos negócios. Era importante impedir que a população abandonasse a cidade. Porque turista não gosta só de praia, também quer conhecer o povo com as suas tradições. Cada um fez a sua parte.

O chef Lorenzo Perrone recusou convites para trabalhar em Roma e Milão e ficou na cidade natal para recuperar pratos esquecidos, como o gattafin, um delicioso pastel recheado com ervas, e o bolinho de bacalhau, que na Itália já foi comida de rua. “Antigamente se fazia o cone com papel de pão e se comia nos bares com vinho branco. Nós, italianos, temos paixão por aperitivos”, conta Lorenzo.

Luigina Piselli, que produz a mão o melhor pesto genovese de todo o vale, abriu uma loja de delícias locais. As suas aulas de culinária são muito atraentes. Luigina sustenta que o pesto genovese é o molho mais amado no mundo, depois do de tomate. “Teve um momento em que a minha filha quis ir embora, mas decidiu ficar. Aqui é bom para os filhos crescerem. Eu penso que entre nós, italianos, exista esta vontade de procurar estes gostos do passado", aponta.

A filha também abriu um pequeno negócio. E as quatro gerações da família puderam permanecer juntas.

O escultor Renzo Bighetti que viajava pelo mundo, desembarcou em Levanto, para ficar. “Escolhi viver uma vida mais recolhida, lenta e meditativa. Gosto de andar por aqui de bicicleta. É meu modo introspectivo de procurar coisas. Pareço um preguiçoso, mas sempre encontro uma ideia para trazer ao atelier e dar forma", explica.

Marco Scaramucci abandonou os trens de alta velocidade, onde era fiscal de passagens, para se tornar guia turístico no mar e na terra. "Antes, eu fazia uma coisa de que não gostava, mas fazia para fazer feliz outra pessoa. Depois, decidi ser feliz eu mesmo”, revela. “Se eu dissesse como fiquei reduzido economicamente, deveria ser estressado. Vendi uma casa, a outra está hipotecada. Mas estou feliz e não tenho estresse."

Uvas são cultivadas a 600 metros de altura no Parque das Cinco Terras
Esse é um experimento genial, com cálculos perfeitos de engenharia hidráulica que transformaram montanhas de pedra em terrenos produtivos. O terreno é torto, acidentado, e fica perigoso dar um passo em falso.
 

Por estradas tortuosas, chegamos a um dos cenários mais emocionantes da Itália. Parte dele foi construído pelo homem. O Parque das Cinco Terras se tornou Patrimônio da Humanidade por causa de uma obra agrícola feita pelo homem da Idade Média: escadarias para o plantio de uva e azeitona, em rochas de até 600 metros de altura. É um experimento genial, com cálculos perfeitos de engenharia hidráulica que transformaram montanhas de pedra em terrenos produtivos.

O terreno é torto, acidentado. Fica perigoso dar um passo em falso. É quase um gesto heróico cultivar nessas faixas estreitas de terra e pedras suspensas. O pequeno vagão foi trazido nos anos 80. Antes, os camponeses carregavam a uva nas costas.

“É uma obra agrícola impressionante. Os muros são feitos a seco, sem cimento, sem nada. Precisa saber colocar as pedras mais grossas no fundo, ir procurar o terreno duro para não ceder, colocar as pedras menores atrás para poder fazer filtrar a água da chuva ", aponta o agricultor Alessandro Basso.

Desde 1500, essas montanhas produzem vinhos originais. O Schiachetrà, doce e único, contém, em uma mesma garrafa, a brisa do mar e os aromas da montanha. "A produção do parque é muito pequena. De cada 100 quilos de uva, tiramos apenas 20 litros, 60 garrafas", diz o enólogo Gianfranco Vita.

O escultor Renzo Bighetti nos mostra o parque pelo mar. No santuário dos cetáceos, cerca de duas mil baleias chegam a cada verão. Ouriços são uma tradição em varias partes da Itália. Cores fortes começam a definir os povoados.

As Cinco Terras são cinco cidades medievais minúsculas dentro do parque, com uma população total de menos de cinco mil pessoas. São cidades que impressionam, construídas na rocha, com casas verticais, apoiadas umas nas outras. São chamadas de Casas Torre e serviam para proteger dos ataques dos sarracenos que vinham do mar. Até o fim do século 19, esses povoados viviam no mais completo isolamento.

Ficar velho na região não é um problema pessoal, mas um problema de todos. "As escadas são muito íngremes e para os idosos é muito difícil até para carregar um litro de leite. Nós garantimos a eles também uma ajuda psicológica. Ouvimos os problemas deles. E eles nos esperam, nos oferecem café, conversam conosco”, aponta a funcionária do Parque das Cinco Terras Veronica Natale.

Ela leva as compras para o aposentado Renzo Buonanni e a mãe dele, que tem 80 anos. Não é uma ação voluntária. Veronica é funcionária do parque e ganha para cuidar dos idosos.

“Fui operada das ancas e o médico falou para eu caminhar no plano. Estou sempre em casa, e estas meninas são como anjos. Elas me trazem a água", revela a aposentada Nivea Gasparini.

Na cidade, todos se conhecem. E as festas, no começo da noite, são uma tradição. Na região, se trabalha e se vive junto. Todos olham os filhos de todos. E as crianças obedecem a todos.

São regras do bem viver que esses italianos foram buscar na sua própria história. “É uma proposta que deve ser levada a sério”, afirma o sociólogo Domenico de Masi. Ele acredita que devemos procurar na sociedade anterior à industrial, que criou um mundo rico em arte, música e literatura, os modelos para o futuro. “Com as vantagens do mundo atual, poderemos fazer uma síntese”, diz o sociólogo.

Partindo das pequenas cidades, o movimento do bem viver se amplia. E o que parecia impossível pode acontecer. Até Nova York promete parar. Em nome de uma nova qualidade de vida, o mundo começa a mudar.

Mercado Quilômetro Zero oferece produtos frescos para consumidores
Os produtores moram, no máximo, a 10 ou 15 quilômetros do mercado. A ideia de proporcionar uma relação mais ética entre produtor e consumidor deu certo, sem intermediários, venenos ou conservantes.

Itália descobre os benefícios de viver em um ritmo mais lento
Para ganhar o título do "bem viver", as cidades precisam cumprir 55 exigências. Entre elas, ajudar os pequenos investidores a defender os produtos locais.

Matera devolve vida em comunidade para moradores da cidade italiana
Os moradores voltam a viver em casas sem janelas. A vizinhança era dividida entre famílias que passavam o dia do lado de fora, porque as casas não eram ventiladas.
 

Receita de strudel de maçã

O strudel de maçã é um dos pratos mais importantes que a Áustria exportou para vários países da Europa, inclusive a Alemanha. Na receita de strudel, as maçãs ficam dez horas temperadas no rum, passas, pinoli, canela e casca de limão ralada. A massa é feita com manteiga, farinha e ovos.

Ingredientes para a massa
400 gramas de farinha
100 gramas de manteiga
1 ovo
4 colheres de água morna
1 pitada de sal

Ingredientes para o recheio:
1 quilo de maçãs
150 gramas de uva passa
100 gramas de pinolis
casca de um limão ralada
1 ou 2 colheres de açúcar
canela a gosto
1 colher de farinha de rosca
50 gramas de manteiga
2 colheres de sopa de rum
1 gema
açúcar de confeiteiro

Modo de fazer
Misturar a farinha com a manteiga amolecida, o ovo e quatro colheres de água morna. Trabalhar a massa muito bem, batendo várias vezes para que ela fique elástica. Quando estiver bem lisa, formar uma bola e deixar repousar por uma hora.

Descascar as maçãs, cortar em fatias finas e colocá-las em um recipiente e misturar com a uva passa, os pinolis, a casca ralada do limão, a canela, o açúcar e o rum em um pano levemente enfarinhado. Abrir a massa com o rolo até que fique fina e pincelar com manteiga derretida. Com as mãos enfarinhadas abrir um pouco mais a massa, com cuidado para que ela não fique com buracos. Espalhar a farinha de rosca sobre a massa e depois o recheio de maçãs.

Enrolar o strudel, fechando as extremidades muito bem. Pincelar com a gema de ovo e colocá-lo em forma untada ou forrada com papel de forno. Levar ao forno por uma hora em temperatura de 180ºC. Antes de servir cobrir com açúcar de confeiteiro.

Bolinhos de bacalhau

Ingredientes para o recheio:
½ quilo de bacalhau amolecido (deixar de molho por 24 horas na água, que deve ser trocada cinco vezes) e cortado em pedaços.

Ingredientes para a pasta:
300gramas de farinha branca
10 gramas de levedo de cerveja
água
sal

Para fritar:
Azeite extra-virgem de oliva

Modo de fazer:
Desmanchar o levedo de cerveja em água morna, adicionar a farinha e uma pitada de sal. Misturar muito bem e acrescentar a água aos poucos até que se forme uma massa homogênea e lisa. A consistência da pasta não deve ser liquida, mas consistente. Deixar repousar por 20 minutos.
Escorrer os pedaços de bacalhau e enxugá-los com papel absorvente. Passar cada um deles pela pasta e fritar em azeite extra-virgem de oliva muito quente. Quando os bolinhos estiverem dourados, retirar e passar por papel absorvente para eliminar o excesso de azeite.


Saiba mais sobre o movimento das cidades do bem-viver na Itália

Movimento das cidades slow

Site: http://www.cittaslow.net/

Cidade de Matera
Site: http://www.comune.matera.it/

Parque das Cinco Terras
Site: http://www.parconazionale5terre.it/

Cidade de Bolzano
Site: http://www.comune.bolzano.it/index_it.html

Cidade de Levanto
Site:
http://www.comune.levanto.sp.it/on-line/Home.html

Cidade de Greve in Chianti
Site:
http://www.comune.greve-in-chianti.fi.it/
 

Fonte: Globo Repórter . Edição do dia 03/12/2010 . Veja os belíssimos vídeos desta reportagem.
Ilze Scamparini Greve in Chianti, Itália

 

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