Organização

Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei

Histórico da entidade

Momentos memoráveis:

1 - Em 1970 - Única Instituição a protestar, embora inutilmente, contra a demolição da bicentenária igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, desta cidade.

2 - Em 1988 - Participação efetiva na defesa e preservação ambiental da Serra do Lenheiro, contra as ambições destrutivas de uma mineradora. Luta coroada de êxito.

3 - Em 1990 - Promoveu, através do seu sócio José Gaede, a devolução a esta cidade da locomotiva n° l que a RFFSA daqui, em 1991, havia transferido para Belo Horizonte.

4 - Em 1992 - Integrou, com três de seus sócios, a comissão que promoveu as comemorações do bicentenário da execução de Tiradentes.

5 - Em 1995 - Foi principal articulador da luta contra a ida do vagão histórico da EFOM à cidade de Curvelo, com a desculpa fútil, de nele desfilar a vaidade do Presidente da República. Esse vagão e a locomotiva acima citada são por esta cidade considerados relíquias históricas de grande valor, por que serviram ambos a trazer a esta cidade o Imperador Dom Pedro II, que aqui veio inaugurar a Estrada de Ferro Oeste de Minas - EFOM.

6 - Em 1999 - Promoveu a restauração da sua sede, próprio municipal tombado pelo Património, considerado a casa mais antiga de São João del-Rei.

7 - Em 1999/2000 - Pelo seu representante no Conselho Municipal de Preservação do Património Cultural promoveu: tombamento de vários imóveis de valor histórico-cultural, como, por exemplo, o tombamento do teatro municipal.

8 - Em 1999 - Teve a iniciativa e foi o principal batalhador na restauração da pintura ilusionista da Igreja de São Miguel Arcanjo no distrito de São Miguel do Cajuru, neste Município, e na aquisição de um sistema de alarme para proteção de sua imaginária e peças sacras, algumas restauradas graças a sua intervenção. Além disso vem promovendo gestões, junto ao IPHAN/MG, 13ª SR, visando o tombamento do conjunto da obra do pintor ilusionista sacro Joaquim José da Natividade.

9 - Em 2000 - Apoiou o resgate folclórico regional: festas do Divino em Matosinhos, paralizadas desde 1924; instalação em suas dependências de um museu do folclore, parceria com a Subcomissão Vertentes de Folclore, filiada à CMFL.

10 - Em 2000 - Disponibilização de seus espaços físicos para cursos, conferências, lançamentos de livros, exposições e apresentações musicais. Custódia e exposição permanente de diversas peças e quadros, como a estátua de Astréia, de 1812, antes abandonada e danificada em vários cantos da cidade. 
 


Altivo de Lemos Sette Câmara
Tio do ZÉ DEMÉTRIO da ASAP, historiador, filho do Sebastião Sette (republicano, descendente dos portugueses, criadores da ESCOLA DE SAGRES, navegantes.) O Altivo, juntamente com o Fábio Nélson Guimarães fundaram o Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei, no início da década de 1970.
Tem vários livros publicados e um lindo texto intitulado "Árvores".
Foto e legenda: colaboração Francisco José Frazão

 
Agenda Cultural
Reuniões mensais, sempre ao primeiro domingo de cada mês, de 10 às 12 horas, com conferências sobre a história e a geografia regionais.  
Dados e informações já levantados pela entidade
CADASTRO DE 2002

1. Nome órgão / entidade
Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei 

2. Endereço completo
Rua Santa Teresa, 127 - Centro – São João del-Rei – 36300-114 

3. Telefone

4. Serviços
História e Geografia municipal. 

5. Data de inicio das atividades
1º de março de 1970 

6. Histórico da instituição

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO JOÃO DEL-REI
Endereço: Rua Santa Teresa, 127 - Centro - São João del-Rei - MG
Data de fundação: 1° de março de 1970
CNPJ: 18994319/0001-45

Pessoa jurídica sem fins lucrativos, considerada de utilidade pública (Lei Municipal n° 1161 de 15/6/1970) e reconhecido como órgão consultivo do poder público municipal (Lei Municipal n° 1558 de 2/5/1977) 

Diretoria atual:

Presidente: Antônio Gaio Sobrinho
Vice-Presidente: José Antônio de Ávila Sacramento
Primeira Secretária: Betânia Maria Monteiro Guimarães
Segundo Secretário: Pedro Paulo Correa
Primeiro Tesoureiro: Agostinho Guimarães
Segundo Tesoureiro: Ulisses Passarelli
Bibliotecário: Silvério Parada 

7. Agenda oficial – datas (freqüência):
Reuniões mensais às 10 hs dos primeiros domingos 

8.  Projetos – pesquisas – programas e ações já desenvolvidos 
. Participação na restauração e reforma do Teatro Municipal 
. Pesquisas e elaboração de biografia de seus patronos 

10. Principais problemas da área que atua
Falta de recursos financeiros 

11. Dados e informações importante 

12. Dicas de telefones / endereços úteis da área que atua 

13. Publicações 
Revista Trienal 

14. Responsável pelo órgão / cargo
Antônio Gaio Sobrinho – presidente

15. Representante da instituição para contatos
Presidente 

16. Sugestões para o desenvolvimento turístico em nossa cidade
Construção de um terminal turístico. 

17. Público – alvo para divulgação das atividade do órgão 
Estudantes, professores, intelectuais em geral  

18. Fotos antigas e atuais  

19. Data da coleta de dados
8 de julho de 2002 

20. Responsável pelas informações
Antônio Gaio Sobrinho   

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Discurso de posse no Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei
06/04/2008

Rogério Medeiros Garcia de Lima (Natural de São João del-Rei, onde nasceu em 08 de setembro de 1961. Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Doutor em Direito Administrativo pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professor Universitário. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei. Sócio-Correspondente da Academia de Letras de São João del-Rei)

Dom Lucas Moreira Neves, saudoso Cardeal sanjoanense, escreveu ao apresentar o excelente livro Galeria das Personalidades Notáveis de São João del-Rei, de Sebastião de Oliveira Cintra: 
“As cidades, como as pessoas, são um composto de corpo e alma. O corpo é a estrutura externa, visível e palpável da cidade. A alma é a história, a tradição, a vida da cidade e a vida e a atitude das pessoas, que, num determinado período, representam o seu espírito”.

No final do século XVII, ao se iniciar o declínio do ciclo da cana-de-açúcar, foram descobertos os primeiros veios auríferos nestas plagas mineiras. O centro econômico da antiga Colônia portuguesa foi deslocado do Nordeste para as Minas Gerais. No lugar dos antigos engenhos, com suas casas-grandes e senzalas, surgiram e prosperaram os centros urbanos. Um dos mais prósperos, desde antanho, é a nossa reluzente São João del-Rei.
Com efeito, no limiar do século XVIII o bandeirante Tomé Portes del-Rei, paulista de Taubaté, acampou às margens do Rio das Mortes, no local chamado “Porto Real da Passagem”, onde se atravessava o rio em pequenas embarcações. O pequeno núcleo nascente prosperou subitamente, ao serem descobertas jazidas de ouro na região do Lenheiro.

A cobiça pelo precioso metal provocou a Guerra dos Emboabas, conflito sangrento entre paulistas e portugueses. “Emboaba” – ou “perna cabeluda” - era a designação pejorativa dos portugueses e forasteiros, que vieram disputar as minas de ouro.
Durante aquela encarniçada guerra civil, houve o legendário episódio do Capão da Traição. Os paulistas, diante da ardilosa promessa de trégua dos “emboabas”, depuseram armas às margens do Rio das Mortes. Os portugueses e aliados, escondidos em um matagal (ou capão), abriram fogo contra os paulistas. Inúmeros deles quedaram mortos após o trágico episódio.
Em 08 de julho de 1713, o arraial foi elevado a Vila pelo governador de Minas e São Paulo, D. Braz Baltazar da Silveira. Em 1714, o território das Minas do Ouro foi repartido em suas três primeiras Comarcas: Vila Rica, Rio das Velhas (Sabará) e Rio das Mortes (São João del-Rei). Esta última tinha jurisdição até a Vila de Congonhas, nas divisas com a Comarca de Vila Rica; até Guaratinguetá, ao sul; e não tinha limites a oeste, no rumo do “sertão desconhecido”.

Ainda no século XVIII, ganhou fama o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. O herói da Inconfidência Mineira foi batizado na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del-Rei, em 12 de novembro de 1746. O respectivo batistério foi recuperado já no século XX. Os Autos da Devassa registram depoimento no qual o intrépido Tiradentes se qualificou como natural da Comarca de São João del-Rei.
Também foi heroína da Inconfidência a poetisa sanjoanense Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira. Foi casada com o ouvidor e poeta Inácio José de Alvarenga Peixoto. Demoveu o esposo de delatar aliados inconfidentes. Era preferível a morte à desonra da delação. O marido foi preso e degredado para o continente africano. Sobreveio à altiva senhora ruína familiar e financeira. No entanto, a posteridade a entronizou como símbolo da coragem da mulher brasileira.

Em 1808, a Família Real Portuguesa aportou no Rio de Janeiro. Fugia da invasão de Portugal por tropas de Napoleão Bonaparte. Foi aberto o caminho para a independência da colônia. Oliveira Lima considerou D. João VI “o verdadeiro fundador da nacionalidade brasileira”.
Passado o terror napoleônico, os portugueses exigiram a volta do monarca à Metrópole. Pior, queriam restabelecer o status colonial da emergente Nação brasileira.
Foram os últimos estertores da colonização lusa. O Príncipe D. Pedro, que estava investido na regência da colônia, foi instado a levar a cabo o processo da Independência. Viajou por diversas cidades brasileiras.

Aqui em São João del-Rei, foi recebido com grande regozijo em 03 de abril de 1822. Segundo Augusto Viegas, a calorosa recepção exerceu decisiva influência “no espírito do impulsivo jovem”.
Primeiro Imperador da nascente Monarquia Brasileira, D. Pedro I abdicou da Coroa em 1831 e voltou a Portugal, para disputar o trono com o insurreto irmão D. Miguel.
Nesses idos, ocorreu a célebre Sedição Militar de Ouro Preto (Vila Rica). Pugnando pelo retorno de D. Pedro I, restauradores exaltados depuseram o governo da Província de Minas Gerais em 22 de março de 1833. A Câmara Municipal de São João del-Rei oficiou ao governador, para que aqui instalasse a sede da capital mineira, por breve período, até o restabelecimento da capital em Vila Rica. O belo monumento, conhecido como Chafariz da Legalidade, foi erguido para imortalizar a importante efeméride.

Durante o seu longo reinado, D. Pedro II visitou São João del-Rei em 28 de agosto de 1881. Veio inaugurar trecho da Companhia Estrada de Ferro Oeste de Minas. Os festejos foram suspensos devido ao súbito falecimento do Conselheiro Manuel Buarque de Macedo, ministro da Agricultura, que se hospedara na casa de D. Maria Teresa Batista Machado. Não obstante o fatídico episódio, o monarca muito apreciou a nossa cidade.
Lisonjeia os sanjoanenses a deferência do sábio monarca, que ainda no século XIX exaltava a instrução dos cidadãos:
“(A educação pública) é a principal necessidade do povo brasileiro. A instrução primária deve ser obrigatória e generalizada por todos os modos”. 

E, embora intensamente hostilizado pelos jornais de então, defendia a liberdade de imprensa:
“Entendo que se deve permitir toda a liberdade nestas manifestações (da imprensa), pois as doutrinas expendidas nessas manifestações pacíficas ou se combatem por seu excesso, ou por meios semelhantes, menos no excesso. Os ataques ao imperador não devem ser considerados pessoais, mas apenas manejo ou desabafo partidário”.
Talvez em virtude da empatia com D. Pedro II, nossa cidade resistiu à implantação da República. Em 23 de abril de 1889, Silva Jardim foi impedido por populares de discursar da sacada do hotel onde se hospedava. Ainda que exaltemos as virtudes republicanas, não podemos olvidar que a implantação do novo regime, em 15 de novembro de 1889, operou-se por um golpe militar.

De resto, a História contemporânea resgata a nobre figura de D. Pedro II, culto e mais “republicano” do que a maioria dos corrompidos presidentes que se sucedem desde 1889...
Já no Século XX e durante a II Guerra Mundial, São João del-Rei registrou a participação heróica do 11º Batalhão de Infantaria (Regimento Tiradentes) na tomada de Montese – Itália.
Por fim, nos anos 1980, em pleno processo de redemocratização, oferecemos ao Brasil a gigantesca figura de Tancredo de Almeida Neves.

Dr. Tancredo era um político nato, probo, culto e habilidoso. Ainda jovem deputado, explicava porque apresentou emenda à Constituição Mineira de 1946, da qual resultou a construção da usina hidrelétrica de Itutinga. Foi movido pelas lembranças do passado de estudante e leitor voraz. Freqüentemente as leituras noturnas eram interrompidas pela falta de energia na cidade. E concluía:
- Isso é que me levou a entrar na política e só por isto eu estou na política até hoje. Foi para tirar a minha terra das escuras, da escuridão em que ela vivia.
Ao assumir o governo de Minas Gerais, em 1983, discursou da sacada do imponente Palácio da Liberdade:
“Mineiros, o primeiro compromisso de Minas é com a liberdade. Liberdade é o outro nome de Minas”.
Em 1985, proclamava aos brasileiros após sua eleição à Presidência da República:
“Se todos quisermos, dizia-nos, há quase duzentos anos, Tiradentes, aquele herói enlouquecido de esperança, podemos fazer deste país uma grande Nação. Vamos fazer”.
O bravo sanjoanense sacrificou a saúde e a vida para realizar o ideal democrático dos seus compatriotas. Foi sepultado no torrão natal, aos pés de São Francisco de Assis, santo da sua devoção. Repousa no panteão dos heróis da Pátria. Sobre sua modesta lápide se inscreve célebre sentença proferida outrora aos conterrâneos:
“Terra minha, amada, aqui terás os meus ossos, como última identificação do meu ser com este rincão abençoado”.

Confrades, senhoras e senhores: nossa terra é dotada de um “encanto diferencial”, acentuou com invulgar argúcia o professor Abgar Campos Tirado. Assenta-se em sítio privilegiado e ostenta pictórica paisagem. Vislumbramos, sob o azul da abóbada celeste, o magnífico vale cercado por montanhas e cortado pelo Córrego do Lenheiro. As edificações históricas - designadamente as Igrejas barrocas e as duas pontes de pedra - embelezam ainda mais o panorama.

A alma da cidade – a que se referia D. Lucas Neves – são os homens que a habitam. Sobretudo aqueles que – como os valorosos confrades – pugnam diuturnamente pela preservação da nossa tradição, cultura e religiosidade.

Sempre recordo, com Aristóteles, que o fim último do homem é a felicidade. Elemento indispensável para alcançá-la é a virtude. A mais perfeita forma de sociedade é o Estado, cujo fim é assegurar a felicidade dos cidadãos, educando-os na virtude.

Inspirado na doutrina de Platão, o notável estagirita subordinava a ética à política. Concebia o homem unicamente como cidadão e situava a cidade acima da família e do homem individual. O indivíduo existia em função da cidade e não a cidade em função do indivíduo:
“Se, de fato, idêntico é o bem para o indivíduo e para a cidade, parece mais importante e mais perfeito escolher e defender o bem da cidade; é certo que o bem é desejável mesmo quando diz respeito só a uma pessoa, porém é mais belo e mais divino quando se refere a um povo e às cidades”.
Will Durant ensinava que todas as concepções morais giram em torno do bem geral. A moralidade começa com associação, interdependência e organização. A vida em sociedade requer a concessão de uma parte da soberania do indivíduo à ordem comum. A norma de conduta acaba se tornando o bem-estar do grupo. Um grupo sobrevive segundo sua unidade e a capacidade de seus membros de cooperarem para fins comuns. A melhor cooperação consiste em alguém fazer aquilo que melhor sabe fazer. Eis o objetivo da organização que toda sociedade deve perseguir, para que tenha vida.

No século XVI, Maquiavel – tão sábio quanto incompreendido - vislumbrava a importância da educação para conter a propensão dos homens para o mal e redirecionar suas tendências egoístas e ambiciosas. Dessa forma, criam-se condições para a convivência de desejos conflitantes.
Enquanto integrantes deste venerando sodalício, caríssimos confrades, temos a missão de preservar a nossa História, tradição e cultura. Constituímos inexpugnável trincheira contra o assalto das forças do atraso e da ignorância. Estamos sempre prontos a lutar por São João del-Rei!
Como magistrado por devoção, sinto-me em minha casa. O antigo ministro Mário Guimarães, do Supremo Tribunal Federal, comparava a atividade do juiz com a do historiador:
“Apreciando os fatos, exercita o juiz seus conhecimentos de ordem geral e atua com os atributos que lhe são pessoais de perspicácia, de bom senso, de objetividade, de homem experiente. Nessa fase, pouco intervirá o jurista.
“Procede a investigações como se fora historiador: coteja documentos, compulsa datas, esmiúça indícios, examina declarações e, levanta, com base nos autos, a versão que terá por verdadeira. Sobre ela será calcada a sentença.
 “Como historiador consciencioso, também, o juiz não afirmará tese que não possa demonstrar. Mas aquele não estará sujeito a limites no seu vôo. O juiz há de restringir-se ao que conste dos autos. ‘Quid non est in actis, non est in mundo’”.

Agradeço aos confrades a honra eterna de integrar o Instituto Histórico e Geográfico da minha cidade natal.
Agradeço a todos a paciência de ouvir esta prolongada oração. Exaltar nossas origens toca fundo o coração. Como escrevia Renan:
“Uma pátria compõe-se dos mortos que a fundaram, assim como dos vivos que a continuam”.

Muito obrigado! 

FONTES BIBLIOGRÁFICAS

BARBOSA, Waldemar de Almeida. A Verdade Sobre Tiradentes. Belo Horizonte: Instituto de História Letras e Artes, sem data.
BUENO, Eduardo. Brasil: Uma História – A Incrível Saga de um País. São Paulo: Ática, 2002.
CALMON, Pedro. História do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 4 vols., 1959.
CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CINTRA, Sebastião de Oliveira Cintra. Galeria das Personalidades Notáveis de São João del-Rei. São João del-Rei: Fapec, 1994.
DELGADO, Lucília de Almeida Neves (organizadora). Tancredo Neves: Sua Palavra na História. Belo Horizonte: Fundação Tancredo Neves, 1988.
DURANT, Will. A História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, trad. Luiz Carlos do Nascimento Silva, 2000.
FRANCA, Padre Leonel (S.J.). Noções de História da Filosofia. Rio de Janeiro: Agir, 22ª ed., 1978.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. Rio de Janeiro: José Olympio, 22ª ed., 1983.
GOMES, Laurentino. 1808 – Como uma Rainha Louca, um Príncipe Medroso e uma Corte Corrupta Enganaram Napoleão e Mudaram a História de Portugal e do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.
GUIMARÃES, Mário. O Juiz e a Função Jurisdicional. Rio de Janeiro: Forense, 1958.
LIMA JÚNIOR, Augusto de. História da Inconfidência de Minas Gerais. Belo Horizonte: Itatiaia, 3ª ed., 1968.
MOTA, Lourenço Dantas (coordenador). Introdução ao Brasil – Um Banquete nos Trópicos. São Paulo: Ed. Senac, 2ª ed., 1999.
REALE, Giovanni. História da Filosofia Antiga. São Paulo: Edições Loyola, trad. Henrique Cláudio de Lima Vaz e Marcelo Perine, 1994.
RODRIGO, Lídia Maria. Maquiavel - Educação e Cidadania: Petrópolis: Vozes, 2002.
RONÁI, Paulo. Dicionário Universal Nova Fronteira de Citações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
SILVA, Vera Alice Cardoso da e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Tancredo Neves: A Trajetória de um Liberal. Petrópolis: Vozes, 1985.
SURUAGY, Divaldo e WANDERLEY FILHO, Ruben. História de Alagoas. São Paulo: Catavento, 2ª ed., 2000.
TORRES, João Camilo de Oliveira. História de Minas Gerais. Belo Horizonte: Lemi, vol. 1, 3ª ed., 1980.
VIEGAS, Augusto. Notícia de São João del-Rei. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1969.          

 


 

 

 

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