Melhores Práticas - Ação

1. Serviços São João del-Rei e região

SOS CIDADE . São João del-Rei e região . Organizações que precisam de apoio/voluntários/parceiros

Texto
Nós podemos

A família que sonhamos é a família que podemos construir.
A rua que sonhamos é a rua que podemos construir.
A cidade que sonhamos é a cidade que podemos construir.
O país que sonhamos é o país que podemos construir.
O mundo que sonhamos é o mundo que podemos construir.

Nas melhores práticas em Responsabilidade Social e cultural você pode ser o protagonista
Cadastre sua Responsabilidade Social em nosso portal

Nossa saúde física e emocional se relaciona diretamente com a vida que organizamos para nós, nosso meio ambiente urbano e ambiental.
Milhares de cidadãos/entidades ajudam de fato milhares de pessoas, grupos. E pedem socorro de diversas formas: jovens não estudam por falta de recursos, sofrem pressões desumanas para conseguirem um mínimo de dignidade e chance na vida, grupos que não conseguem sobreviver sem uma ajuda de custo irrisória. Muitas pessoas/projetos/entidades próximas de nós passam sufocos e aflições que, com uma concreta ajuda de nossa parte, faria uma total diferença para elas.
Inúmeras pesquisas já comprovaram que "fazer o bem faz bem".
Pratique "ser útil aos demais", adote uma atitude.
Conheçam as principais ações e entidades/instituições sérias da cidade e região.

Algumas entidades/instituições que precisam de voluntários:
. Albergue Santo Antônio . 100 anos em 2012 . tef contato 032 3371 8383
. Instituto Apoiar . Precisa de voluntários para filmar as reuniões da Câmara de Vereadores
. Associação Comunitária Yochanan
. Associação de Parentes e Amigos dos Dependentes Químicos . APADEQ
. Associação de Proteção e Assistência ao Condenado - APAC
. Associação Sanjoanense de Assistência ao Menor - ASAM
. Meo Mãos e Obras
. Casa Assistencial Semente do Amanhã
. Centro Infantil Risoleta Tolentino Neves
. Creche Borboleta Azul
. Creche Sace . Sociedade de Auxílio à Criança Enferma
. Pastoral da Criança . São João del-Rei
. Programa Saúde da Família
. Apae São João del-Rei

Entrem em contato direto com as organizações, que precisam geralmente de divulgação, apoio, voluntários, patrocínios.
Integre a lista das Melhores práticas em São João del-Rei e região, encontrarão cadastros completos das mesmas, inclusive com as respectivas dificuldades, contatos etc.
Muitas ações são diariamente realizadas local e globalmente com o intuito de ajudar o próximo. Grupos, associações, cooperativas etc se organizam, se dedicam, se comprometem contribuindo para que os Oito Objetivos do Milênio sejam alcançados. Atuando em diversas frentes elas precisam de apoio, de ajuda, de contribuição.

Global . Responsabilidade Social, Ambiental e Cultural
Local . Responsabilidade Social, Ambiental e Cultural
Ouvidoria São João del-Rei e região

Serviços São João del-Rei e região
Profissionais que trabalham ou usufruem do Patrimônio Cultural . local/regional

Sobre o nosso Portal www.saojoaodelreitransparente.com.br
desenvolvemos este projeto, que já representou o Brasil quatro vezes, desde o ano 2003 e não temos patrocinio, apesar de contarmos com inúmeros parceiros.
Para que possamos continuar este trabalho, precisamos de patrocínio/apoio, pois o mesmo nos exige muito tempo, recursos, dedicação e equipe. Temos diversos projetos, inclusive este, que são aprovados pela Lei Rouanet, ou seja, podem ser deduzidos no Imposto de Renda das empresas/empr.
Para conhecer melhor o projeto www.saojoaodelreitransparente.com.br
Para conhecer melhor os projetos desenvolvidos pela Atitude Cultural Projetos e Responsabilidade Social
quem sabe você , sua empresa ou um amigo/conhecido poderia ser nosso parceiro?

Atitude Cultural Projetos e Responsabilidade Social
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Associação Amigos de São João del-Rei 

IDEIAS IDEAIS: dicas Atitude Cultural Projetos e Responsabilidade Social

. As empresas/voluntários fazerem convênios com os clubes da cidade
. Convênios com as entidades, universidade, escolas, sistema de saúde, empresas
. Acompanhamento e aconselhamento psicológico para as famílias e funcionários
. Cooperativas para compras, vendas
. Feira/Empório comunitário - venda de produtos feitos pelos funcionários ou familiares de funcionários - artesanato, gastronomia, legumes, frutas etc
. Jornal/Blog/site das empresas, cooperativas, grupos
. Creche nas empresas
. Cine Clube nas empresas
. Teatro nas empresas . Escola de teatro na empresa e apresentação de grupos teatrais na empresa
. Áreas de lazer nas empresas
. Projeto Música na empresa - com os próprios funcionários, familiares e contratar apresentação de grupos locais - parceria com entidades musicais da cidade
. Oficinas, cursos e eventos nas empresas contratando artistas e grupos culturais locais/gerar emprego e renda via cultura - arte sacra, escultura, mosaicos, cerâmica, gastronomia, dança, pintura, madeira, material reciclavel, jardinagem etc
. Palestras culturais com os Personagens urbanos, artistas e grupos sócio-culturais
. Palestras sobre: meio-ambiente, violência doméstica, economia criativa, cidadania, lixo, auto-estima, drogas, amamentação,qualidade de vida, educação patrimonial etc (Cultura, alimentação, saúde, meio ambiente, turismo)
. Incentivo a participação voluntária de projetos sócio-culturais

POEMA DA PAZ
Madre Teresa de Calcutá
 
O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Equivocar-se.
O obstáculo maior? O medo.
O erro maior? Abandonar-se.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distração mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desalento.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais.
O mistério maior? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A pessoa mais perigosa? A mentirosa.
O sentimento pior? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? O lar.
A estrada mais rápida? O caminho correto.
A sensação mais grata? A paz interior.
O resguardo mais eficaz? O sorriso.
O melhor remédio? O otimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
A coisa mais bela de todas? O amor.

Matérias:

Prêmio Bom Exemplo

O governador em exercício, Alberto Pinto Coelho, participou na noite desta terça-feira (14/05), na sede da TV Globo Minas, da entrega do Prêmio Bom Exemplo de Cidadania. O prêmio valoriza pessoas que trabalham para mudar a realidade em suas comunidades e tem o objetivo de destacar ações sociais que contribuem para a melhoria da qualidade de vida em Minas.
O “Bom Exemplo” premia pessoas e entidades nas categorias ciência, cultura, economia e desenvolvimento de Minas, educação, esporte, inovação, meio ambiente e personalidade do ano.
A Fundação Hemominas foi vencedora na categoria Ciência. A Fundação desenvolve atividades de prestação de serviço, assistência médica, ensino, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, produção, controle de qualidade e educação sanitária, garantindo à população a oferta de sangue e hemoderivados de qualidade.
Outro destaque foi o anúncio do ganhador na categoria cidadania. Entre cinco finalistas, o eleito pelo voto popular, nesta edição, foi José Pio de Resende, morador do bairro Riacho das Pedras, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Aos 87 anos, ele pratica a caridade e a humildade, recolhendo alimentos para serem doados à população carente da cidade.
O aposentado recebeu o prêmio das mãos do governador em exercício. "Cada um em um segmento, mas todos com o mesmo propósito, com a mesma convergência, o mesmo ideal. É algo muito gratificante. Se há algo que pode diferenciar uma nação de outra ou uma comunidade de outra é o ativismo, é a capacidade de cada um, enquanto cidadão, ser protagonista do seu tempo, ser agente de mudança", destacou Alberto Pinto Coelho. O Prêmio Bom Exemplo é uma realização da TV Globo Minas, do Jornal O Tempo, da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e da Fundação Dom Cabral (FDC).

Fonte: Agência Minas . 15/05/2013

Por Wilmar Marçal

Assistimos todos os dias a um índice crescente de aspectos sociais negativos, com sequelas e soluções de continuidade imensuráveis na saúde, educação e segurança pública.
Assistimos também ao comodismo de muita gente que, acreditando ser invulnerável a todo e qualquer sinistro, esquiva-se de compartilhar, está sempre com pressa, ignora colaboração coletiva e omite-se no próprio egoísmo. Lamentavelmente essas pessoas inertes ainda pregam aquela máxima: “pago meus impostos e exijo meus direitos”.
Está na hora de rever seus conceitos. Está na hora de ver o que se passa na sua rua e no seu bairro. Há muitas atividades que poderiam melhorar o convívio e a vida das pessoas se cada uma delas absorvesse o espírito do voluntariado. De uma simples ajuda a grandes mutirões é possível conseguir resultados espetaculares e os benefícios são para todos, sejam crianças, jovens ou adultos.
Quem ainda defende que o governo é culpado disso ou daquilo está vendo a vida passar e não coaduna com a cidadania plena entre seres humanos. Há pessoas que são capazes de dedicar horas passeando com cães, mas não se oferecem para levar os idosos num dia de sol à pracinha mais perto de casa. Solidarizam-se com semelhantes somente na época do Natal e acreditam que estão aumentando seus créditos com Deus para após a morte entrarem no Céu. Ora, está na hora de trabalhar o “hoje”. Viver e atuar com espírito de grupo, compartilhando e ajudando no que for possível. Bem perto da sua casa há um posto de saúde, um hospital, uma escola, uma creche. Por que não ajudar com uma hora por dia como voluntário? Há tantas maneiras de colaborar que você vai se surpreender quando conhecer o interior dessas repartições.
No Instituto dos Cegos de Londrina, no Paraná, por exemplo, os voluntários anônimos, gravam fitas de livros inteiros, poesias, contos, crônicas, para que todos os deficientes visuais possam ter a “leitura auditiva”. Um trabalho emocionante porque proporciona uma viagem pelo universo da imaginação.
Nos hospitais que tratam do câncer em vários pontos do país, o expediente administrativo pode ser auxiliado, com o mínimo de domínio do computador, para ajudar no preenchimento dos formulários, por exemplo. Ou ainda auxiliar na cozinha, recolher donativos, levar uma palavra aos doentes ou simplesmente visitar as pessoas que estão internadas.
Nas creches, que tal servir a merenda para as crianças uma vez por dia? Compartilhar do momento do recreio e voltar no tempo, para que a dormência lúdica que existe em cada um de nós floresça novamente e produza em nosso metabolismo as boas endorfinas da alegria e felicidade.
Pessoas aposentadas e felizes, em muitas partes do país, se solidarizam com escolas de periferia e lá ensinam crianças a jogar xadrez, damas, dominó e a montar os deliciosos quebra-cabeças. São essas atividades que fazem as crianças e os jovens terem a boa disputa esportiva e conhecer a verdadeira relação entre vitória e derrota. Molda-se o caráter através da prática do raciocínio. Não há agressões.
Ações voluntárias fazem muita diferença porque estreitam laços, resgatam convívios de amizade, eliminam a vaidade humana e aproximam as pessoas no entendimento de que o bom mesmo na vida é ser e não ter.
Aos que desejarem orientações para encontrar uma vaga de serviço voluntário ou outras informações sobre o tema, podem procurar o Planeta Voluntários, um site não governamental, apartidário e ecumênico, criado em maio de 2009 por iniciativa do empresário Marcio Demari, da empresa Guia Publicidade, sediada em Londrina, Paraná, com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que leva o serviço voluntariado a auxiliar milhões de brasileiros e entidades que necessitam de todo tipo de ajuda.O site conta com uma rede social que cruza as informações dos voluntários com as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas. O endereço é: www.planetavoluntarios.com.br.

* professor universitário, assessor e palestrante educacional

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Creche Risoleta Neves pede ajuda 'a população
Por Gazeta de São João del-Rei em 06/04/2013
Ver Centro Infantil Risoleta Tolentino Neves

“Se essa situação não mudar, o Risoleta Neves vai fechar as portas daqui a algum tempo”. A frase é do presidente das Obras Sociais da Paróquia do Pilar, Nelson Antunes de Carvalho, e se refere ao centro infantil aberto em São João del-Rei há 27 anos, beneficiando,  atualmente, 60 pequenos são-joanenses com idade entre 0 e 4 anos em tempo integral.

Parte interna da creche Risoleta Neves - Foto: Alzira Agostini Haddad / Divulgação
Parte interna da creche Risoleta Neves . Foto: Alzira Agostini Haddad / Divulgação

Com gastos de R$11 mil todos os meses só com folhas de pagamentos, a entidade tenta sobreviver com subvenções que cobrem no máximo 50% das despesas com funcionários e contas básicas como água, luz e telefone. Tudo isso, somado, custa R$15 mil ao Risoleta. “No início do mês nosso ritual é checar extratos bancários, fazer contas, apertar gastos e rezar para dar tudo certo”, comentou Carvalho. Apesar desse cenário, a creche não acumula dívidas. Fato que, para a diretoria, é sinal de milagres. Porém, o centro infantil abre as portas com incerteza todos os dias e, para não deixar de funcionar efetivamente, diminui cada vez mais a faixa etária de atendimento.
O Risoleta Neves já beneficiou crianças com idade até 6 anos. No entanto, aos poucos, precisou tirá-las do centro infantil e se limitar a pequenos com no máximo 4. Só em 2013, 12 meninos e meninas pararam de frequentar a creche. “São 12 famílias que agora vão ter que pagar por alguém que cuide dos filhos. São mães que às vezes os criam sozinhas e não têm recursos suficientes para contratar alguém. Nossos problemas afetam as vidas das pessoas lá fora e isso nos entristece muito”, comentou a coordenadora do Risoleta Neves há 19 anos, Maria José Fonseca. E completou: “Outro dia uma criança perguntou por que eu estava tão brava, o que tinha feito para ela ter que ir embora. Fiquei com o coração partido. Expliquei a situação com muito pesar. Não foi isso o que planejamos e é algo que ainda nos dói. Mal temos coragem para nos despedirmos. Mas foi preciso acontecer para não prejudicar ninguém”.

Receio
Para mães como a doméstica Maria Roberta Santos, a situação assusta. A filha, Gabrielly Taynara, frequenta o centro infantil desde o ano passado. “Já faz parte da rotina dela e é um local que dá segurança à criança enquanto saio para trabalhar, de 8h às 16h. Passar tanto tempo longe da minha filha é difícil, mas saber que está em boas mãos me deixa mais tranquila. Quando vou buscá-la está feliz, alimentada, de banho tomado. Não teria a menor condição de pagar alguém de fora para fazer isso por mim. A creche foi minha salvação. Se perdê-la, vou ter que trabalhar menos dias. E isso reduziria a minha renda e da minha família”, comentou.
As 60 crianças atendidas permanecem no Risoleta Neves de 8h às 17h, sendo alimentadas a cada três horas e recebendo, ainda, auxílio pedagógico com monitoras e uma educadora cedida pela prefeitura. Tudo gratuitamente. No caso de beneficiados que são dependentes de medicamentos e têm carência comprovada, a creche arca, inclusive, com a compra dos remédios.

Receita
As finanças do Risoleta Neves dependem de subvenções. Uma delas vem de parceria com o SESI Minas, que repassa R$5 mil todos os meses para a entidade. A outra vem da Prefeitura através de recursos do Fundeb e auxilio para custear merendas escolares. Em média, já que as verbas costumam oscilar, o centro infantil arrecada de R$8 a R$9 mil ao mês, valor insuficiente até para cobrir uma das despesas básicas da entidade: a folha de pagamentos. Com 14 funcionários fixos, incluindo ajudantes de serviços gerais, cozinheiras, monitoras, equipe pedagógica e um motorista, o custo mais alto dentro da entidade é o de pagamentos, que chega a R$11 mil. O restante das contas é aliviado com doações de fiéis às Obras Sociais da Paróquia do Pilar, que idealizaram o centro infantil. “Esse é um trabalho filantrópico, sem qualquer tipo de arrecadação ou lucro. Se hoje conseguimos ao menos nos equilibrar na corda bamba é porque contamos com a solidariedade das pessoas”, disse o presidente da entidade.  Segundo ele, a dificuldade econômica é o fantasma que assombra o Risoleta Neves desde o início, mas do ano passado para cá a situação piorou. “Ficamos entre a cruz e a espada porque cortamos custos e remanejamos algumas coisas, mas a verdade é que continuamos em defasagem. Cada um dos voluntários é responsável por um grupo de no máximo quatro crianças para garantir a segurança e o cuidado intensivo delas. Mas precisamos de mais gente e não podemos contratar. Da mesma forma, para fazer o trabalho educativo seria interessante ter mais uma professora. E sabemos que trabalho voluntário nesse sentido é muito complicado”, explicou Carvalho.

Necessidades
De acordo com a coordenadora do Risoleta Neves, todo tipo de doação é bem vindo. Mas há itens específicos que podem atender as demandas mais urgentes da entidade. “Fraldas não costumam faltar. Há pessoas que doam frequentemente e alguns pais costumam trazer de casa para os filhos. Precisamos mesmo de alimentos e produtos de limpeza”, comentou.
Doações podem ser feitas na sede da própria entidade, na Rua Nossa Senhora de Belém, nº 33, no Bairro Senhor dos Montes.
Quem quiser colaborar com doações em dinheiro pode realizar depósitos no Banco do Brasil, Agência 0162-7, Conta Corrente 5175-6. Outras informações pelo telefone (0**32) 3371-1722.

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Associação de Radioamadores procura voluntários em Resende Costa

Há quatro anos, a Associação de Radioamadores do Campo das Vertentes passou a atuar na região, com sede em São João del-Rei. Agora, a Associação procura voluntários para trabalharem como radioamadores, auxiliando a Defesa Civil do Estado, em 14 cidades, dentre elas Resende Costa.
O radioamador Edigar Sazzion afirma que isso será de suma importância para a região, já que as cidades estarão interligadas através da Defesa Civil.
Sazzion explica que “o radioamador é a pessoa que procura manter funcionando uma estação de radiocomunicação, ora para comunicados e conversas informais, bem como para concursos e competições nacionais e internacionais”. Segundo ele, além de auxiliar as autoridades de Defesa Civil nas situações de risco e calamidades públicas, levando as comunicações a locais muito distantes, como por exemplo, no interior da Amazônia e até da Savana Africana, o radioamador ainda pode participar de “bate-papos”, programas culturais e trocar informações com pessoas de outros lugares.
Ainda de acordo com Sazzion, “num país de dimensões continentais como o Brasil, a necessidade de sistemas de comunicação instantânea não convencional é de extrema importância. Por este motivo foi criada uma rede de radioamadores, para prevenir e procurar auxiliar os órgãos oficiais de salvamento, resgate e prevenção às calamidades”.
O radioamador pode se beneficiar do radioamadorismo como um hobby, fazendo contatos diários com diversas estações nacionais e internacionais. Mas, além dessa função, o radioamadorismo pode exercer papel mais nobre, sendo uma ferramenta eficaz de utilidade pública em diversas ocasiões, tais como: auxílio a colegas radioamadores viajantes que necessitam de apoio e/ou informações sobre rodovias, telefones, socorro etc.; apoio em caso de emergência aos órgãos públicos de segurança pública, policiais, bombeiros e outros; intermediação para suprir necessidades da comunidade, principalmente procura de medicamentos e pessoas em outras localidades; apoio e colaboração voluntária com o Ministério a Integração Nacional, através da RENER (Rede Nacional de Emergência de Radioamadores).
Conforme Sazzion, para tornar-se um radioamador é necessário a autorização, que depende da prévia verificação da capacidade operacional e técnica do interessado, mediante exames aplicados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Os resende-costenses interessados em trabalhar como radioamador, deverão entrar em contato com Edigar Sazzion até o dia 20 de dezembro, pelo email: py4rcv@gmail.com ou pelos telefones: (32) 3372-1079 ou (32) 8817-0676.
A seleção dos radioamadores se dará através de aplicação das provas de ética e técnica operacional, em que o candidato, para ser aprovado, terá que ter no mínimo 70 por cento de aproveitamento em cada prova. Visando à preparação do candidato, a Associação irá emprestar uma apostila, contendo o conteúdo que será cobrado nas provas e, além disso, o candidato poderá entrar em contato pelo email, em caso de dúvidas.

Fonte: Jornal das Lajes . Dezembro de 2011
Texto: Emanuelle Ribeiro  

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Voluntários interagem com pacientes do CAPS

“O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de São João del-Rei desenvolve uma série de atividades com seus pacientes e está aberto para as pessoas que tiverem interesse em contribuir com a entidade”. A afirmação é da gerente administrativa do centro, Mônica Soraia de Oliveira. Mônica destacou que a aquisição de novas parcerias são fundamentais para o bom desempenho das atividades e para a evolução do tratamento. “Buscamos inserir o paciente junto à comunidade. Queremos que ele vá lá fora, que venham pessoas aqui dentro, que os pacientes não fiquem só em um ambiente fechado”, disse.
O coordenador do núcleo de São João del-Rei, Ramon Alexandre de Resende, afirmou que o voluntariado é um dos destaques dos serviços prestados pela entidade. “Gosto de dizer que quem nos ajuda é ‘Louco de Amor’”, brincou o coordenador. 
Loucos que atuam nas mais diversas áreas oferecendo atividades diferenciadas. Ao todo, os pacientes do CAPS podem desfrutar de cinco oficinas oferecidas por voluntários e integrantes de projetos da Universidade Federal de São João del-Rei nas áreas de Educação Física, Teatro, Gesso, Artes Plásticas e Música. No caso dos voluntários da Educação Física, por exemplo, o objetivo é trabalhar a melhoria da qualidade de vida a partir de exercícios aeróbicos como ginástica e dança. “Trabalhamos com atividades recreativas e grupais para melhorar o relacionamento entre os pacientes e deles conosco, aprimorando nossa forma de lidar”, revelou a voluntária Carolina Vicentine.
O CAPS de São João del-Rei foi instituído em 2004 e atualmente possui cerca de 20 profissionais entre psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, farmacêuticos, técnicos e equipe administrativa. “Aqui as pessoas encontram acolhimento e carinho. Todos nós agimos como uma família. Não somos especiais, somos pessoas que merecem apenas um pouquinho mais de carinho e de atenção e isso nós temos aqui”, contou a paciente Conceição Silveira.
A sede, situada no Bairro Colônia do Marçal, oferece três tipos de atendimento: Tratamento Intensivo, destinado a pacientes em crise que frequentam o centro de 12 a 25 vezes por mês; Semintensivo, com pacientes que realizam oficinas, recebem medicações e visitam o CAPS até 12 vezes no mês; e o Não-intensivo, destinado àqueles que procuram o centro até três vezes no mês, apenas para consultas e orientações. Segundo a coordenação, atualmente o CAPS recebe diariamente entre 20 e 30 pacientes. Outros cerca de 50 frequentam o espaço em regime não-intensivo.

Festa junina
Algodão doce, canjica, bandeirinhas e muita animação. Não faltou nada na quadrilha organizada pela equipe de funcionários e voluntários do CAPS de São João del-Rei realizada na quarta-feira, 30 de junho . 
“No centro nós consideramos que existem três comemorações importantes: 18 de maio [Dia Nacional da Luta Antimanicomial], Festa Junina e Natal. A Festa Junina é realizada em todas as escolas, bairros e nós achamos que também devemos ter esse espaço. Eles esperam muito tempo por este momento, sentem-se incluídos. É um dia de satisfação”, definiu o coordenador. 
A fim de garantir a alegria dos participantes, uma força tarefa foi montada para não deixar faltar nada desde a decoração, o preparo das comidas tradicionais até os enfeites da festa, como ressaltou a professora de Educação Física e voluntária do CAPS, Carolina. “Também contribuímos ensaiando os pacientes para a dança durante as aulas que são oferecidas aqui”, completou. Dedicação reconhecida pelos pacientes. “Ficou tudo muito bonito. O que mais gostei foi o papel de padre que recebi e que é muito importante dentro da dança”, gabou-se o paciente José Fernando Assunção que se vestiu à caráter para comandar a celebração fictícia.

Fonte: Gazeta de São João del-Rei . 03/07/2010

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Voluntários . Minas Gerais

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