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Saúde Brasil

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Palestra do Icict/Fiocruz sobre crack está disponível nas redes sociais

O Icict - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, da Fiocruz, disponibilizou em seu canal do Youtube e também em sua fanpage, no Facebook, o vídeo com a palestra de abertura do ano letivo do Ensino da Unidade, intitulada "A informação, a comunicação e a agenda de saúde: o caso do crack", realizada no dia 8/04.
O evento, que atraiu um público diverso de mais de 200 pessoas, entre estudantes, pesquisadores, moradores de comunidades, profissionais das mais diversas áreas e representantes da sociedade civil, trouxe ao debate temas como criminalização dos usuários do crack, mídia versus crack, a realidade das pesquisas, a internação compulsória e mercantilização da saúde.
O debate foi moderado pela vice-diretora interina de Ensino e Pesquisa do Icict, Claudia Travassos, e reuniu os pesquisadores Francisco Inácio Bastos (Lis/Icict/Fiocruz), coordenador da Pesquisa Nacional sobre Álcool e outras Drogas, que está sendo realizada pela Fiocruz, a pedido da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ); Marcelo Rasga Moreira (Ensp/Fiocruz), pesquisador e autor do livro "Nem soldados, nem inocentes: juventude e tráfico de drogas no Rio de Janeiro", e Paulo Amarante (Ensp/FIocruz), presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental e um dos líderes do movimento antimanicomial, e o jornalista da TV Globo Caco Barcellos, um dos profissionais brasileiros laureado com o prêmio da Comissão de Direitos Humanos da ONU e autor do livro "Abusado, o dono do morro Dona Marta".
O vídeo pode ser acessado pelo canal do Icict no Youtube, no endereço www.youtube.com/videosaudefio e na fanpage do Icict, no endereço www.facebook.com/fiocruz.icict 

Fonte: CLAM

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Saúde Bucal é mais que escovar os dentes

Quando se fala em Saúde Bucal, sobretudo em datas comemorativas como a da próxima segunda-feira (25), ocasião em que se comemora o seu dia nacional, logo se imagina a recomendação e a prática de cuidados elementares, como escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia e após as refeições, utilizar o fio dental, entre outros.
“Não se separa a Saúde Bucal do restante. Boa alimentação, higiene, são itens necessários. Mas a saúde como um todo deve ser observada”, ressalta a coordenadora de Saúde Bucal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Daniele Lopes Leal. Ela destaca que no que diz respeito à área, o usuário do serviço de saúde deve ser estimulado a ser independente, mas encontrando respaldo no serviço de saúde. “Incentivamos o autocuidado, mas de forma assistida, apoiada”.
Para atingir estes objetivos, a SES vem desenvolvendo o Projeto de Reorganização da Atenção em Saúde Bucal (PRA–Saúde Bucal), baseado na metodologia do Plano Diretor da Atenção Primária à Saúde.
De acordo com Daniele, com a implantação do PRA–Saúde Bucal as pessoas poderão construir, juntas, uma metodologia que fortaleça os municípios na construção de respostas aos problemas e necessidades de saúde da população. “Nosso objetivo é promover o resgate da saúde bucal como um direito de cidadania”, afirma ela.
A coordenadora afirmou que, por meio do projeto, o Estado definiu uma metodologia para a operacionalização das diretrizes estaduais, que procuram a organização da atenção, dentro de uma proposta de discussão local e adaptação às diferentes realidades. Este processo representará um passo significativo para o fortalecimento da autonomia dos municípios na condução dos seus serviços de saúde bucal.
Projeto piloto
Segundo Daniele, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as metas para a saúde bucal em 2020 estejam ligadas diretamente ao aumento da qualidade dos serviços. Estes devem, cada vez mais, se basear nos princípios de promoção à saúde, atenção primária, prevenção e tratamento efetivo das condições bucais, e no avanço nos sistemas de informação e definição de metas locais.
Tendo em vista estas recomendações, o PRA–Saúde Bucal é uma proposta de esforço conjunto de profissionais, gestores e cidadãos para, por meio do planejamento, organização, operacionalização e monitoramento das ações, buscar resultados concretos na melhoria dos indicadores de saúde bucal, da resolubilidade da atenção, e da qualidade de vida da população.
O projeto vem sendo implantado nas microrregiões de Pirapora e Uberlândia. “Esperamos que em 2011 possamos entrar na fase de ampliação, levando o projeto para outros setores do Estado. Assim, vamos organizar os serviços, todos os processos de trabalhoe os fluxos para atingirmos as metas e possibilitar que todos os mineiros tenham acesso à saúde bucal de qualidade e ainda de acordo com os princípios do SUS, como a equidade, a integralidade e a universalidade”, finaliza.
Saúde Bucal em Minas
A Atenção em Saúde Bucal em Minas Gerais está sendo redimensionada para prestar serviços de maneira integral, onde as ações de proteção, prevenção, tratamento, cura e reabilitação da saúde sejam disponibilizadas simultaneamente ao cidadão.
A ação para promover esta estratégia é desenvolvida nas Unidades Básica de Saúde. Atualmente, 3.831 equipes da Estratégia Saúde da Família atuam em 827 municípios de Minas Gerais. Deste total, 2.026 equipes possuem profissionais de Saúde Bucal.
Por meio do fortalecimento das equipes de saúde bucal nas UBSs a SES busca promover e reorganizar a Atenção em Saúde Bucal no Estado.
Autoestima
Possuir dentes saudáveis trazem benefícios não só ao próprio corpo, mas também mantém à autoestima. É o que pode se comprovar conversando com a funcionária pública Marli Nacif. Aos 66 anos, ela considera um privilégio estar com uma boa saúde bucal, fato que a ajuda, inclusive, a manter ativa sua vida social. “Possuo todos os dentes e cuido muito bem deles para que eu possa preservar aquilo que eu tenho. Sem falar que um belo sorriso é como um cartão de visitas. Ajuda você a arrumar um emprego, a se relacionar e a se sentir bem consigo mesmo”.

Fonte: Agência Minas
 

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